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Frequência Moderada pretende desenvolver e produzir projectos Artísticos e Pedagógicos na área da Dança Contemporânea que promovam o intercâmbio entre esta e as restantes áreas artísticas, e que fomentem a sua aproximação ao público. Entre outros colaboradores, surge inicialmente da associação de dois profissionais desta área: Félix Lozano, enquanto responsável pelos projectos de criação, e Marta Silva que coordena os projectos de formação.
Frequência Moderada (Moderate frequency) intends to develop and to produce Artistic and Pedagogical projects of Contemporany Dance, that promotes the interchange between this and the remaining artistic areas, and that foment his approach to the public. Among others collaborating, it appears initially of the association of two professionals of this area: Félix Lozano, responsible for the creation projects, and Marta Silva who co-ordinates the educational projects
Maratón em digressão
MARATÓN
De by Félix Lozano
Feria de Teatro de Castilla la Mancha
Puertollano
1 de Abril 1st April
Maraton - Una coreografía en capas from frequencia moderada on Vimeo
Vídeo: Ricardo Tabosa
PRÓXIMAS ACTIVIDADES
Performance EM-VERGONHA-ME com Marta Silva e Félix Lozano na Inauguração do SOU - Espaço Cultural - dia 26 (a partir das 20h)
Félix Lozano
Marta Silva
Formada em Dança pela Escola de Dança Ginasiano, através da qual realizou viagens de estudo, frequentando vários cursos de formação em: Paris, Bruxelas, Varsóvia, Kiev, Hungria, Tallinn e Nova York.
É finalista da licenciatura em Ciências da Educação na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, já com estágio concluído na área da coordenação de Projectos artístico-Pedagógicos, tendo neste âmbito publicado o livro "Educação pela Arte" (2001).
Interpretação
Trabalhou com vários coreógrafos em projectos independentes, entre os quais destaca: Ana D`Andrea, Ana Figueira, Ana Borges, Bruno Listopad, Jan Zobel, Marcelo José, Marisa Godoy, Peter Micheal Dietz, Pedro Carvalho e Viviane Rodrigues.
De 1995 a 2000 trabalhou com o Núcleo Arquipel de Criação e com o Núcleo de Experimentação Coreográfica (NEC), como intérprete em projectos pontuais, e como membro da direcção de ambas as associações culturais.
Através da Companhia Instável, trabalhou como intérprete na residência coreográfica de Nigel Charnock (1999), de Jamie Watton (2000) e de Ronit Ziv (2002), e mais tarde trabalhou como Ensaiadora desta companhia nas produções de Javier de Frutos (2003) e Wim Vandekeybus (2004), tendo neste último também acumulado o papel de intérprete numa substituição, Rui Horta (2006), e Madalena Victorino (2007).
Em Janeiro de 2001 integra a Companhia Paulo Ribeiro, onde trabalhou regularmente como intérprete em todas as produções deste coreógrafo até ao 2006.
Em teatro trabalhou com os encenadores: John Moat, José Wallenstein, Miguel Moreira e Nuno Cardoso.
Participou no filme “Pele” de Fernando Vendrell (2004).
Foi protagonista de um filme da Parthnogenesis Vídeo Sequence, um trabalho do Artista Plástico Angelo Musco para a Exposição ScopeMiami (2006).
Assistência de coreografia / movimento
Fez assistência de coreografia a “Segredo Secreto” de Ana Figueira (1999) e a “Imune” de Pedro Carvalho (2001).
Assistência de movimento para as peças de teatro Woyzeck, Plasticina, e Platónov com encenação de Nuno Cardoso (Teatro Nacional S. João, 2005, 2006 e 2008 respectivamente), e Ricardo II (Teatro Nacional D. Maria II - 2007).
Assistência de Coreografia a Felix Lozano no Filme Publicitário Vodafone Irlanda (2007).
Criação
Co-criação com Félix Lozano do vídeo-instalação “AplauSOS” para o encerramento do Festival X (Convento da Saudação, 2004), e da performance EM VERGONHA-ME, a convite do Teatro Aveirense (2006).
Leccionação
No que diz respeito à leccionação, de 1996 a 2000 foi professora de iniciação à dança e música na Escola de Dança Ginasiano, tanto no Curso Básico de Dança e Expressões Integradas, como no Projecto de Área Artística - Vertente Dança nas Escola de 1º ciclo do ensino oficial (V. N. Gaia e Porto). Orientou vários workshop / ateliers de dança criativa em projectos de intervenção sócio-cultural em diversos Bairros de Habitação Social (Porto).
Através do NEC, fez parte da produção e coordenação do Projecto Educacional “Máquinas”, em colaboração com o Museu da Indústria e Ciência, dirigido a professores e alunos do 1º ciclo do distrito do Porto.
Foi professora convidada da disciplina de Educação e Expressão Estético-Artistica da Licenciatura em Educação de Infância - Escola Superior de Educação Santa Maria (2000 - Porto).
Associada à Companhia Instável, orientou aulas de contemporâneo ao elenco, e foi responsável pelos workshops que esta companhia organiza em diferentes teatros / teatros. (2003/2007).
Associada à Companhia Paulo Ribeiro, orientava aulas de dança criativa para crianças e iniciação à dança contemporânea no Teatro Viriato (2002-2004), e foi também responsável pelos ateliers de teatro visual associados ao projecto/espectáculo nas Escolas do distrito de Viseu (2004).
Responsável pelas aulas de Movimento para actores nas peças de Nuno Cardoso (TNSJ – 2005, 2006 e 2008, TNDM II - 2007).
Ultimamente tem orientado ateliers de dança em verias Teatro do pais, destacando entre outros Centro de Pedagogia e Animação do Centro Cultural de Belém, o serviço educativo de Teatro Aveirense, Teatro Viriato.Professora residente do Espaço Cultural SOU, de Dança Contemporânea e Dança Criativa
EM-VERGONHA-ME
Félix Lozano
Interpretação
Marta Silva
Música
Murcof, Alter Ego, Donna Regina
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VÍDEO PROMOCIONAL
SINOPSE
Dentro de um cubo de 3x3x3, totalmente escuro, uma mulher dança; dança às emoções. Põem-se no lugar dos outros, porque só assim deixamos de olhar só para ‘mim’ e começamos a olhar para ‘nós’. Como numa passagem escura, encontramos a sua figura em pequenos flashes. Aquela figura que aparece como um fantasma, aquela figura que não sabemos onde se encontra, que sentimos a sua respiração. Lá. Está. Ela a mexer no escuro, nessa câmara escura onde se revela tudo, daquela imagem instantânea que fica na retina por mais tempo. Um momento preciso que precisa duma continuação. Aquela câmara escura é uma janela aberta para o resto dos mirones, aqueles que não conseguem ir lá entrar. Bidimensionais. Aqueles que comodamente sentados nas suas poltronas caseiras vêem para dentro do cubo como uma imagem distante, com a tranquilidade do poder que supõe ver tudo o que acontece dentro dum sitio onde lá dentro ninguém vê. A ideia é que a pessoa possa mergulhar dentro duma fotografia. De poder dar-lhe o cheiro, o vento, a emotividade do instante. Da pessoa sentir antes e depois de cada instante...
TEXTO DESCRITIVO Estrutura da performance
Existe uma pessoa dentro dum cubo escuro que não se sabe se acaba de chegar ou se já está há muito tempo. Uma caixa preta onde a pessoa dança, mexe, actua, interpreta, convence-se de fora para dentro, se vai transformando até deixar que o ‘interior’ seja o motor mais activo. Uma mutação que acontece com o espectador que vê através da televisão tudo o que acontece dentro do cubo escuro, através duma ligação a câmara nocturna. Uma forma de ver. A outra forma, e por isso a outra opção, acontece dentro do cubo onde o espectador pode registar uma imagem instantânea tirada pelo flash duma câmara fotográfica, onde no escuro aparece uma figura branca que fica suspensa no ar durante 2 ou 3 segundos. Embriagado num ambiente musical onde a vontade de dançar é a principal, onde o espectador é o nosso fotografo pessoal. Dentro do cubo a figura é branca para poder destacar-se no escuro. O que pensamos que é tão claro, mas logo vemos que não é assim tanto. Existe uma outra personagem que vai buscar as pessoas que querem entrar no cubo. Esta personagem que transporta as pessoas desde fora para dentro do cubo e vice-versa, cria relações surpresa, e únicas, com cada espectador.
DURAÇÃO
MÍNIMA 20 Minutos / MÁXIMA 40 Minutos
CONDIÇÕES DE APRESENTAÇÃO
Trata-se de Uma performance concebida para espaços informais, rua, praças, foyers ou pequenos espaços alternativos dentro dos teatros, etc., o que possibilita a sua realização em diversas condições técnicas.
VARIAÇÃO DO PROJECTO
Opção A – 1 CUBO / 1 Performer
Opção B – de 2 a 4 CUBOS / 2 a 4 Performers Nesta opção poderemos encontrar dois, três ou quatro Cubos no espaço.Assim para o público pode circular e visitar os vários espaços existentes, e as imagens projectadas no exterior são alvo de um trabalho de montagem e mistura em directo operadas por um VJ.
REQUISITOS TÉCNICOS
EQUIPAMENTO PRÓPRIO
1 CUBO (ou mais, dependendo da opção de apresentação escolhida) com as seguintes dimensões: 3m comp. x 3m larg. x 2,5m alt
1 Câmara de Vídeo 1 Tripé 1 Cabo de ligação TV - Câmara 1 Máquina Fotográfica
EQUIPAMENTO SOLICITADO
Um Televisor mínimo de 20 polegadas (no caso de ser só com um CUBO – Opção A) ou Projector de vídeo mais ecrã de projecção (ou parede branca) (2 a 4 Cubos – Opção B)
Cabos de ligação (dependente do nº de Cubos)
Equipamento de Som 1 Leitor duplo de CD.
1 Mesa de mistura.
PA (com cobertura ajustada a dimensão do espaço).
Uma coluna para o interior de cada Cubo (entre 1 e 4)
AplauSOS!
Performance colectiva
Autoria:Félix Lozano e Marta Silva
Realizado em Montemor-o- Novo (no âmbito do Encerramento no Festival X - Dezembro 2004)
SINOPSE
Uma Instalação Sonora que procurar um eco geral, onde estiver.
Esta intervenção parte da ideia da colectividade.
Pretende-se, e apresenta-se uma vontade de ver uma pessoa, um grupo, uma aldeia, uma cidade, um país... a bater palmas...Porque só termos uma cidade inteira a aplaudir se a pessoa individual adere.
Gostaria de saudar as artes, e dar um agradecimento colectivo.
Bater palmas é a forma mais comum que as pessoas têm para agradecer aos artistas a sua prestação...
Neste caso, o aplauso seria o único instrumento de contagio colectivo.
Uma forma de unificar um agradecimento geral, ao facto de existir o espectáculo, as artes do palco e as artes performativas.
E é aqui que a saudação vai ao encontro dos próprios espectadores.
Uma vontade de fazer dessa consequência da arte performativa, uma performance.
Onde o público em geral se torna actor dos próprios aplausos...
É um agradecimento à arte, mas também é um agradecimento ao próprio público.
Um piscar de olho cúmplice ao mesmo tempo...
Aplaudir é agradecer ao artista a procura no mundo inexistente em que vive.
Nesse mundo onde não há nada concreto, e onde existe uma veneração do nada criado.
Fazer sentir as pessoas que o acto público de aplaudir para “o nada”, também enche o mundo de qualquer coisa.
Maratón - Danzacalle (Madrid)
VÍDEO PROMOCIONAL
VIS A VIS - CRIAÇÃO DE FÉLIX LOZANO
SINOPSE
Esta é uma história sobre dois irmãos contada em três tempos.
Têm-se um ao outro, mas estão sós.
Existe uma diferença de valores entre eles, um discurso interior que fica justificado sempre pela presença do outro, de querer ser dois e um ao mesmo tempo.
A tensão é grande, procuram a sua própria independência.
Opostos sem deixar de ser complementares.
Existe um discurso constante entre eles, não só verbal mas também físico.
Une-os uma força sanguínea, mas existe outra que os separa, numa fronteira tão frágil que dificilmente poderíamos perceber uma sem a outra. São duas ideias a viverem no mesmo sistema, tentando organizar-se.
Uma frequência impede a sua separação.
A provocação continua é um estado que os une com mais intensidade.
A grandeza das coisas não é discutível!
A constante luta do quotidiano é uma dialéctica para conquistar a razão, para pôr ordem e inventar uma própria justiça que nos proteja.
O amor é poderoso. Uma força que tudo pode.
Uma pessoa só, não consegue ser todas…
… não podemos permitir-nos o luxo de estar sós no mundo… não podemos permitir-nos o luxo de pensar só em nós… assim não tem piada.
Félix Lozano
Estreia premier - Teatro Municipal Maria Matos (Lisboa) - 30 de Novembro November e 1 de Dezembro Dicember 2007(21.30h)
Outras Apresentações other presentations:
- Sala Cuarta Pared (Madrid) - 17 e 18 de Dezembro Dicember 2007;
- Teatro-Cine de Gouveia -12 de Janeiro January de 2008
This is a counted history on two brothers in three times. They have one to the other, but they are alone. It exists a difference of values between them, an interior speech that is justified always for the presence of the other, of fondness to be two and one at the same time.
The tension is great, looking for their onw independence.
They are opposites and complementary at the same time.
A constant speech between them also exists, not only verbal but physicist.
It joins them a sanguineous force, but there is another force that separates them, in a so fragile border that hardly we could perceive one without the other. Like two ideas living in the same system, trying to be organize.
A frequency hinders its separation. The continues provocation is a state that joins them with more intensity. The largeness of the things is not arguable! The constant fight of the daily life to conquer the reason, to put order and to invent a proper justice that protects them.
The love is powerful.
A force that reaches’ everything. A person alone, does not pretend to be all… … we cannot allow ourselves to be alone in the world… we cannot allow ourselves to think just about us… thus it’s not funny.
Félix Lozano
Spot VIS A VIS
VIS A VIS - Teatro Maria Matos
Fotos Photos José Frade
Maratón
Concepção, interpretação, e Banda Sonora
Conception, interpretation
and Sound-track
Félix Lozano
Assistência Artística e Figurino
Artistic Assistance and Costume
Marta Silva
Música
Music
Lcd Soundsystem
Blue Light
Luis Paniagua
Fantasias Animadas
Amusement Parks
VÍDEO PROMOCIONAL
Maratón é uma corrida, uma luta por avançar;
Sem ser rápido nem lento, nem pretender ser nada;
A ausência do Ser para poder encher de coisas
Que também não signifiquem nada,
Só o facto de ser feito,
De andar por cima das coisas,
Das coisas menos importantes também.
Uma luta contra a meta,
A vontade de resistir a verdadeira vontade,
De não querer faltar ao nosso quotidiano.
Aquele quotidiano que nos faz ser tudo,
Dona de casa, desportista, cão, velho, bonecos.
Na Maratona comum os corredores vão sempre para frente,
Com a esperança na frente, mas com ameaças por atrás.
Neste Maratón não há direcções, corre-se no sítio.
Correr não é só avançar rapidamente.
Correr é o acto compassado e coordenado de todo o corpo,
Mesmo que seja no sitio.
O sentido não é o importante;
A vida só tem uma direcção,
De ida!
Not quick neither slow, neither intending to be anything.
Absences of being to full fill with a lot of things
Without meaning (that doesn’t mean anything),
Just by doing it,
To walk above thins, of less important things,
A fight against the aim (finishing line),
The will to resist the true will,
Not to miss our day-by-day life.
That routine that make us being everything,
Housewife,sportsman, dog, old, dolls.
In the common Marathon, runners always go forward,
With hope, but with threats for behind.
In this Marathon there are no directions, you run on place.
To run is not only advancing quickly.
To run it’s a body beat and coordinated action,
Even on place.
The way is not important;
Life as only one direction,
Of Gone!
DESCRIÇÃO PERFORMANCE
Há um espaço e uma personagem que chega e o habita. Habitar no sentido de apropriação, de observação e de acontecimentos. Neste espaço esta personagem destaca-se do resto só e unicamente no exagero das suas acções quotidianas, dessa transformação com as coisas que o rodeiam, deixando-se ir. Uma pessoa despistada, desconcentrada, sem direcção nenhuma. Essas acções que a personagem vai mostrando, tornam-se acontecimentos.
Nascem por causa de outra coisa, com uma dramaturgia emotiva e não com uma narrativa das acções. Não tem consciência narrativa, tem consciência emotiva.
Há, de qualquer forma, uma vontade de aproximação à imagem do ‘velho novo’, daquele que faz mais e mais activamente, por cima do estado do corpo. De um velho que se aproxima mais da imagem de criança.
Usa casaco comprido e escuro, com aspecto de antigo padre a predicar onde estiver. Com casaco, camisa, calças pretas e pó de talco no cabelo.
Com uma banda sonora que tenta ser um ‘mix’ de memórias, uma colagem de bons momentos e não tão bons, mas que o fazem estar num constante zapping que acompanha a velocidade da própria música acelerada.
Esta personagem quer interagir com as pessoas à sua volta mas sem invadi-los, tenta dizer que a sua actividade não é perigosa, que precisa de ajuda mas sem parar. Que ele também é frágil.
Apoiado numa construção coreográfica de base, uma série de acções, uma relação com a banda sonora, a tentar que as pessoas olhem para este homem como se fosse um deles.
Thins appear because of another things, with a emotional dramaturgy instead of an actions narrative.
The character, the man in the centre of the space, has no narrative conscience.
There is, anyway, the intention to have the image of an ‘old-young’, that one that makes more and more actively above the body state. The image of an old man that really looks like a child.
A long and dark coat, looking like an old priest ____ all over. Wearing a coat, a shirt, black trousers and talc dust in his hair.
The sound track tries to be a memories mix, an overlap of good and not so good moments, which makes this man being in a constant zapping together with the speed of the accelerated music.
This character wants to interact with people around him but without invading them, trying to say that his activity is not dangerous, that needs help but without stopping. That he is also fragile.
Supported in a choreographic construction, an order of actions, in a specific relation with the sound track, trying to make the audience look at this man like being one of them.
DURAÇÃO: 20 Min.
REQUISITOS TÉCNICOS
Trata-se de um Solo concebido para espaços informais, rua, praças, foyers ou pequenos espaços alternativos dentro dos teatros, etc., o que possibilita a sua realização em diversas condições técnicas.
1 Leitor duplo de CD.
1 Mesa de luz mínimo 6 canais + 6 PC 650/1000W.PA com cobertura ajustada a dimensão do espaço.
DANÇA CRIATIVA
O CORPO
COMO?
Quantas Partes? Quantas Formas ? Quantos tamanhos? Quantos movimentos? Quantas possibilidades?
O QUE É?
Uma bola? Uma estrela? Um animal? Uma onda? Um raio? Um puzzle? Um sentimento?
Trata-se de uma proposta de trabalho sobre o movimento, numa abordagem lúdico-expressiva. Exploração de noções como a consciencialização e potencialidades corporais (tais como o reconhecimento corporal, o todo e a parte, energia, tempo, peso, forma, dinâmica, etc.), num equilíbrio entre a exploração dirigida e a improvisação. Toca conceitos como os de imitação, na sua relação com o grupo /colectivo, e a criação individual, através da exploração do imaginário pessoal de cada criança.
O trabalho assume uma estrutura de “jogo”, recorrendo ao uso de “temas” em torno dos quais se explora a experimentação corporal do imaginário (o corpo dá
forma a várias imagens e sensações), ou seja, uma experimentação expressiva do corpo contaminada por dimensões como a literária / poética, a sonora / musical, a visual / plástica.
FORMATO DO WORKSHOP
Possibilidade de realizar em vários formatos (a discutir com a instituição):
Opção A – Atelier: uma só aula de experimentação e sensibilização para o tipo de actividade, funcionando quase como uma primeira abordagem, e dirigido especialmente a grupos escolares, onde se pretende que o respectivo professor acompanhe e participe na actividade. A decorrer em horário lectivo ao longo de uma semana útil, terá capacidade para abranger 10 turmas (duas turmas por dia);
Opção B – Workshop: mais intensivo, onde um só grupo terá aulas diárias ao longo de uma semana (5 dias), possibilitando assim um trabalho mais aprofundado, culminando numa apresentação final no último dia de trabalho. Terá uma estrutura mais ou menos formal dependendo das necessidades e recursos técnicos de cada instituição específica; poderá assumir a forma de aula-aberta informal, ou poderá culminar numa apresentação mais formal, como uma pequena estrutura de espectáculo (duração 15/20 minutos aproximadamente).
Opção C – Workshop Familiar: dois dias durante um fim-de-semana. A primeira aula é exclusivamente dirigida às crianças, e a segunda aula pressupõe o acompanhamento de um familiar para participar em algumas actividades criadas com as crianças no dia anterior. Trata-se de uma estrutura para ser realizada em épocas temáticas como por exemplo: Natal, Carnaval, Páscoa, etc… mas não exclusivamente. Capacidade abranger 2 grupos diferentes no mesmo dia.
TEMÁTICAS (alguns exemplos):
Quatro elementos: Terra, Ar, Água e Fogo
Épocas Festivas Corpo de Letras· O Abraço
PÚBLICO-ALVO
Crianças com idades compreendidas entre os 5/6 e os 10 anos de idade (1º ciclo), sendo que em cada aula deverão ser agrupados conforme idades, isto é, um grupo de 5/6 e 7 anos e outro de 8 aos 10.
CARGA HORÁRIA
Dependendo do formato escolhido, e a adequar com os calendários de cada instituição:
Opção A – 1.30h cada grupo.
Opção B – 1.30h por aula (x 5 dias).
Opção C – 1.30h cada aula / cada grupo (x 2 dias).
Nº DE PARTICIPANTES
Opção A – uma turma escolar por grupo (máximo 10 turmas)
Opção B – mínimo 8 máximo 20 alunos
Opção C – mínimo 6 máximo 12, alunos com um acompanhante / familiar cada
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NECESSIDADES TÉCNICAS
Sala de ensaios com chão de madeira, linóleo ou semelhante; Equipamento de som, tipo CD (Materiais plásticos a definir em função do tipo de actividades).
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